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Como me tornei programador
Comecei a trabalhar no dia seguinte ao completar 18 anos. Estudava no CEFET-RJ à noite, e havia conseguido passar em três exames; Petrobrás, General Electric, e uma empresa que construia CPDs, Érige Engenharia. Minha opção foi influenciada pelo contato mais próximo dos computadores, mesmo
Fui trabalhar de vendedor técnico na W.Salange engenharia, onde tive que conhecer a linha de produtos de mais uma duzia de fornecedores industriais do setor eletro-eletrônico. Após ter vendido uma bom projeto para Furnas Centrais Elétricas, passei as férias em São Paulo, onde meu Tio e padrinho morava. Fiquei fascinado pela arquitetura da Av.Paulista, pelo modo de vida paulistano na década de 80, e cheguei a pensar em morar naquela cidade.
De volta ao Rio, iniciando meu curso de engenharia Elétrica, pensei pela primeira vez em ser um programador depois de uma fantástica aula de Métodos Computacionais, onde a professora desenhou um fluxograma no quadro e explicou como aquilo funcionava. De tão impressionado que fiquei, que no final do ano fiz novo vestibular e passei para matemática na UERJ, mas...
... O destino nos prega cada peça ! Naquelas férias passadas, havia respondido a um anúncio de Trainees da C&A, pelo desafio que ele oferecia. Por curiosidade (como não obtive resposta) resolvi ligar para o RH da empresa e perguntar por que não havia sido chamado. Logo ao dizer meu nome (1 ano depois), me perguntaram se era o cara que tinha enviado uma carta criativa em forma de pesquisa.
Para vir morar em São Paulo, usei meu CREA de eletrotécnico e consegui um emprego na filial daquela empresa que construia CPDs. Foi difícil no início, pois entrava 7:45hs no trabalho; saía direto para a faculdade, que terminava 23:00hs. Fim-de-semana para fazer trabalhos da faculdade e as vezes correr no Ibirapuera. Depois de 6 meses, já conhecendo bem a cidade, pois tinha que atender clientes do Morumbi à Itaquera, e da Ponte Pequena à Santos, fui trabalhar por conta própria como distribuidor de lingerie de confecções Cariocas. Parece uma guinada de 180º, mas na verdade era a única forma de ganhar o mesmo salário com 4 horas livres por dia, que foram integralmente investidas naquele micro solitário (UNITRON) do "CPD" da ESPM.
Com muita curiosidade e paciência para tentativa-e-erro, aprendi a usar aplicativos sem literatura técnica ou teclas de help, e tornei-me monitor assitente do CPD, ganhando bolsa da faculdade para ensinar executivos que frenquentavam um curso extra-curricular. O conteúdo era: "magic-window" (editor de textos), "visicalc" (planilha eletrônica) e dbase II (banco de dados que funcionava em linguagem CPM, aquela que virou DOS). Foi um sucesso ! O professor Dorigo, responsável pelo curso, fazia uma aula introdutória para até 15 pessoas que assistiam a exibição dos recursos em TVs ligadas em paralelo à pequena tela do APPLE-compatível. Eu complentava o conteúdo com treinamento personalizado para até 3 pessoas, motivando-as a "operar" o teclado. Alguns de meus alunos foram meus professores mais tarde.
Depois de 1 ano, surgiu um convite para "informatizar" uma distribuidora de tecidos. Ganhei uma concorrência de empresas grandes da época unicamente por que sabia a diferença entre um tecido rendado e um elastano. Na parte técnica, meu diferencial de custo era 10 vezes menor, e cheguei a ouvir de um dos donos: "Vou gastar esse dinheiro com você só para te ensinar que não é possível fazer meu sistema de emissão de pedidos neste computadorzinho...". Em 4 meses o sistema estava implantado em applesoft-basic e controlava 14 filiais. Eu tinha 22 anos, e dali aceitei um segundo convite, para informatizar uma produtora de vídeo.
Controlar o fluxo financeiro de uma produção que envolve centenas de fornecedores era trabalho que exigia muito cérebro. Quando ocorriam 5 produções simultâneas, o cérebro tinha que ser digital, ou melhor: tinha que ser um software ! Depois de mais alguns meses, com meu primeiro sistema de cash-flow implantado, percebi que tinha uma profissão: Eu era um Programador.
Eu até tentei trabalhar em multinacional. Em 1986, último ano da ESPM, durei 3 meses e meio na Panasonic como Analista Administrativo de Marketing, onde provia 6 gerentes de área e 4 diretores com planilhas e relatórios de projeções de vendas. Meu salário, três vezes maior que o Trainee da C&A, representava 40% do que ganhava meses antes como free-lancer. Não tive mais opção de bancar uma carreira na área de marketing. Sem emprego formal (o que ruiu meu noivado na época), mas acreditando no potencial do meu conhecimento adquirido, abri minha primeira empresa. A Metas Micro & Marketing.
Como formei minha diversidade digital
O mercado de informática também evoluiu durante esta fase, gerando uma concepção de que tudo muda e fica obsoleto em 6 meses. Talvez, em se tratando de hardware isto seja até verdade, mas em relação ao software não posso endossar esta visão. Diria que ele não fica obsoleto, mas evolui.
Quando abri a Metas Micro & Marketing, meu primeiro cliente foi o escritório contábil do Pai de um amigo dos tempos de república. Quando começamos a programação do sistema, o APPLE II estava no fim de sua vida útil, perdendo mercado dia-a-dia. Mas ainda era de 2 a 3 vezes mais barato que o PC de 4,77 Mhz. Os pequenos clientes, donos de pequenas empresas, relutavam em investir nos equipamentos mais caros, com mêdo de novos custos de manutenção. Quando o sistema foi implantado, ele estava usando 110% da capacidade daquele microcomputador, o que justificou a migração para a família PC (já com 20MHz). A primeira versão do software para PC, fechava o livro-razão de 10mil lançamentos para 400 contas contábeis em 13 horas de processamento contínuo. Usando a mesma linguagem (dbase III-plus), só que contrariando a literatura disponível, reduzi para 45 minutos o tempo de execução da mesma tarefa ! Uma segunda introspeção no software, e o resultado caiu para 15 minutos... Quando utilizei o clipper para compilar o sistema, o tempo total de cálculos e processamento não ultrapassou 5 minutos, o que me levou à conclusão de que o poder do software era maior do que o hardware, pois sem trocar o equipamento obtive ganhos de produtividade 150 vezes maior. E quando um novo micro chegava ao mercado, normalmente sua capacidade de processamento apenas dobrava.
Quando se atinge o estado da arte em um processo de programação, não adianta acelerar o hardware 10, 20, 50 vezes, pois o tempo de execução continuará sendo tão pequeno que seu custo-benefício não justificará a mudança. Somente novas aplicações é que podem determinar mudanças de hardware. E elas sempre surgem.
Quando fui utilizar o mesmo software de controle de cash-flow, nascido em produtora de vídeo, e que havia alcançado o estado da arte no escritório de contabilidade, em estúdios de fotógrafos profissionais, este começou a ficar "obsoleto". Mesmo controlando de 5 a 10 vezes menos itens por mês. Por que ? A resposta vem do grau de exigência que uma determinada categoria profissional deseja.
Como produzir software para o Macintosh era (ainda é) complicado, alguns fotógrafos migraram para a família Apple, principalmente pelos recursos de edição digital de imagens. Porém, novos clientes foram surgindo por recomendação: Restaurantes, escritórios de advocacia, construturas, arquitetos, pequenas indústrias, agências de propaganda, etc. Não me preocupei em especializar-me, pois a cada novo tipo de software encomendado aprendia algo de novo sobre administração. Cheguei a empreender softwares para controles tão específicos, que não saberia onde prospectar um segundo cliente para aquela aplicação.
Um caso de destaque que pode ser citado, foi o desenvolvimento, primeiro do conceito comercial, e depois de alguns softwares-pilotos para transmissão de dados por meio de portadoras de FM, gerando o 1º programa de tradução simultânea português-japonês, cuja tecnologia foi absorvida pela Bolsa de Valores de São Paulo e Grupo Estado, gerando serviços de informações sobre commodities em regiões sem fios telefônicos (fazendas).
Mas, os anos seguintes foram uma lição de que o simples domínio da tecnologia não é fator preponderante para domínio do mercado (em se tratando de curto prazo).
Conhecendo bem a tecnologia de imagens digitais em ambiente DOS, e vendo algumas das limitações do windows nas suas primeiras versões, imaginei em 1993 que um grande mercado seria o de digitalização de documentos, pois quanto tempo os bancos ganhariam se pudessem conferir assinaturas de seus clientes na telinha dos terminais ? E quanta eficiência poderia ser emprestada aos tribunais com milhões de processos ocupando metros quadrados caros, quando poderiam estar duplicados em CD-ROMS e outras mídias ópticas ?
Migrei de micro-empresa (ME) para Metas Multimídia S/C Ltda (sem ME), enquanto visitava 22 bancos na Av.Paulista, que agora estava apenas 3 quadras do meu escritório. Descobri que faltava legislação que regulamentasse o uso de tecnologia digital para documentação eletrônica. Imaginado ser possível influenciar um grupo de massa crítica, entrei para uma associação ligada ao mercado micrográfico, que estava preocupada com a possível morte do microfilme diante do novo cenário com CD-ROM. Estudei normas técnicas por 1 ano e meio, chegando à conclusão de que a melhor solução para o mercado (exceto para alguns), seria uma integração de tecnologias - PAPEL, MICROFILME e ÓPTO-MAGNÉTICOS.
Existiam dois caminhos para tentar assegurar confiabilidade ao documento eletrônico. O caminho da mídia não-regravável, e o caminho da criptografia para o software. Novamente o software mostrou seu poder, quando:
Tendo gerado (em 1994) tecnologia de validação eletrônica para documentos, eu sabia que ela era inerente ao hardware e ao próprio software, pois, mesmo que este fosse "desassemblado", não haveria meios de se saber como a chave criptográfica fôra gerada, uma vez que esta era produzida em um segundo software que interpretava todos os bits do arquivo de imagem, segundo regras matemáticas que produziriam números da ordem de 1milhão de dígitos !
Depois de mais algumas projeções e investimentos, encontrei o "break-point" do mercado, e decidi voltar ao segmento publicitário, pois somente conseguiria ganhar dinheiro prestando serviços de digitalização para grandes volumes de documentos (acima de 1 milhão/mês), sem contar que estaria concorrendo com "viewers" (visualizadores) gratuitos, o que me bloquearia receita de software.
Em 1998, ingressei na internet, mesmo sabendo que sua banda de transferência de dados ainda estava muito longe do ideal (2 Mbits/s) para navegação confortável. Novamente tentei integrar tecnologias, oferecendo "garagem" para estacionar os catálogos digitais produzidos originalmente em disquetes. Era justificável o argumento de que a mídia avulsa era imbatível na visita presencial, e que a opção de downloding era imbatível no atendimento fonado, ou no email com link direto na página. Cada empresa um dia teria seu catálogo digital...
Só que o mercado absorveu primeiro o "modelo página de notícias", mais dinâmico e sedutor. Toda empresa então teria seu website, com textos e fotos de seus produtos, igualzinho no catálogo digital. Não importava a lentidão da conexão telefônica para se ver tudo isto... Viva o design arrojado ! Mesmo que o gerente de tecnologia torcesse o nariz para a falta de uma linguagem que permitisse a integração dos ambientes de internet com a rede interna da empresa.
Foi uma fase de farra, com muito dinheiro "caindo" do céu para formação de novas empresas que alardeavam a revogação da lei da oferta e procura, o leilão reverso, as star-ups, etc. Procurei e me associei a uma entidade de classe que tinha como proposta a valorização do empresário nacional de software, com vistas à exportação. Cheguei a exportar 2.000 cópias de um catálogo digital em parceria com o SEBRAE. Mas era impossível fechar os olhos ao novo canal de software que crescia diariamente. Quem alguma vez comprou software pela internet, sabe disso.
Foi quando descobri uma componente que até então só imaginava que existisse em filmes de James Bond: Espionagem e sabotagem industrial profissional: Ser alvo dela, é visitar o inferno com camiseta "Deus é fiel". Seu telefone fica grampeado, seu email censurado, e sua correspondência some. Algumas consequências imediatas são: a receita advinda do seu trabalho irá desaparecer. Seu stress irá nas nuvens. Seu casamento poderá ruir. Seus familiares pesarão que você está ficando louco. E você pensará em desistir e jogar 20 anos de experiência fora.
Não vai adiantar proCurar NENHUMA das INSTITUIÇÕES ditAs DEMOCRÁTICAS do BraSil, pois você não sErá levado a séRio ou esbarrará na ineXperiência das mesmas para lidar com o problema, pois quem está do outro lado é PROFISSIONAL e tem a plena consciência de que o assunto vale muito dinheiro.
Minha única saída foi continuar criando software, até que alguém com poder e/ou influência suficiente se tocar que conhecimento é capital, e que o meu está sendo roubado/contrabandeado a preço vil, pois seguindo a lógica da competição extrema (já praticada em jogos de iatismo), se não há meios de superar um concorrente, então é melhor bloqueá-lo.
Pode parecer absurdo. Pode parecer idiota. Mas se alguém está disposto a colocar sua cabeça numa "morsa" e apertá-la até você desistir, ou você corre dela, ou cristaliza seus pensamentos e faz seu cérebro acreditar que o carbono disponível pode se transformar em diamante, e neste caso deixe quem aperta a "morsa" cansar ou quebrá-la ! Depois você mesmo pode lapidá-la, escrevendo um livro ou criando alguma coisa nova e batizando-a com o nome que quiser.
Como criar software, pelo método ... FABIOS (por que não ?)
Afinal, por que software é tão importante ?
1) Se você tem uma empresa com 10 funcionários sem software e seu concorrente tem outra fazendo a mesma coisa, mas com apenas 4 funcionários e software, ele vai sobreviver, e você vai fechar. É questão de tempo.
Software é uma ferramenta que pode gerar economia de tempo, aumento de produtividade, e no meu estágio uma dependência mais forte do que qualquer outro tipo de droga. A maçã mordida da Apple não foi criada à toa. Ela sintetizou todo um processo de aproximação, absorção de conhecimento, experimentação, entusiamo, frustação, tolerância, renovação, êxtase, e transcendência.
Fazer um software é transformar uma imagem mental, que as vezes sequer existe como imagem cartesiana, em algo quase tangível, mas bem visível. E se os olhos vêem, o coração pode sentir, seu cliente se emocionar, e um novo negócio surgir.
Então recomendo aos bem aventurados que desejarem entrar nessa "viagem", que tenham sempre as seguintes ferramentas à mão: Papel, lápis (ou caneta), e algo para mastigar. Com os dois primeiros você vai criar esboços e lay-outs daquilo que se transformará no seu software; o terceiro item é indispensável para você turbinar seu cérebro com seretonina, pois tudo que vai para o estômago, ativa mais 100 milhões de células nervosas extras, que aparentemente contribuirão pouco se comparadas com as outras 3 bilhões do andar de cima. Mas só aparentemente.
Agora vamos testar sua imaginação. Comece decidindo que tipo de programador você quer ser:
Se você consegue imaginar uma imagem que leva a outra, e volta, e depois vai para outro lugar que pode voltar ou ir ainda para um terceiro lugar, ótimo ! Esse é o maior problema inicial de um software: Sua árvore genealógica, suas derivações, seu ego. Quanto maiores as ramificações, mais fácil fica fazê-lo, pois maior será o grau de padronização, inclusive a partir de trabalhos anteriores.
Aqui vamos propor um trabalho de casa: Olhando para o diagrama abaixo, imagine algum tipo de software que ele se aplicaria:
Parece simples demais ? Mas é ! Basta expandir sua criatividade. Saber quantificar quantas "telas" vai ter um software ou website, é requisito básico para orçamento de seu custo. O que pode ocorrer durante este processo de mapeamento de sua idéia inicial, é a percepção da repetição de algum "modelo de tela", onde só mudariam foto e texto (típico quando você apresenta seus produtos). E aí ? Como tratar isto ? São dúvidas que enobrecem a profissão do programador, pois aí ele tem como exercer plenamente sua arte. Utilizar o conceito de databases na geração de páginas dinâmicas, é uma das tecnologias mais avançadas e atuais da internet. Caso você não concorde, contrate um assistente de digitação e mande-o reproduzir uma centena de páginas padrão, e depois descubra o que acontece quando for linká-las uma a uma... Uma vez determinada a estrutura de seu website ou software, separe o texto de cada parte de seu software/website como arquivos isolados (pode ser no word). Se você já souber usar um scanner e tiver imagens para associar ao texto, NÃO faça isto agora ! É perda de tempo, pois provavelmente o designer vai implicar com a qualidade de sua boa intenção. Apenas indique o tamanho desejado fazendo um retângulo ao lado do texto. Caso seu software envolva muitos cálculos (como p.ex.uma NF), determine e relacione o que é constante (uma descrição de produto, seu código e preço são constantes); A quantidade, bem como os dados do cliente serão variáveis, e receberão maior atenção por parte do Programador. Se você conseguiu "layoutar" todas as telas de seu software, inclusive indicando como as informações irão "entrar" nestas telas, então estamos com ele quase pronto. Só falta codificá-lo, testá-lo, e gerar a primeira versão de forma que nosso trabalho fique protegido contra usurpação de idéias. As vezes são gastos 15 minutos para desenhar todo um software e 3 horas para ir até o cartório e registrar sua criação inicial (se o tabelião entender que você não está nem gozando da cara dele, nem guardando fórmulas secretas sobre coisas proibidas e perigosas). Agora vem o detalhe que elimina 99% dos pretendentes a programador: A codificação de seu software naquele monte de palavras e símbolos estranhos. Para saber se você dá conta do recado, proponho um teste imediato: No menu do topo de seu navegador, clique em "exibir", "código-fonte", e quando abrir uma janela com o texto do software que gerou esta página (histor.htm), ache a palavra que não aparece nesta linha. Se você pensou, mas não encontrou a palavra "hipopótamo", você será um/uma ótimo/a analista de sistemas, E poderá fazer muitos trabalhos em co-autoria comigo. Se você encontrou a palavra "hipopótamo", dentro do código fonte, sem usar o recurso de "localizar", você já tem alguma aptidão para ser programador. Faltam pelos menos dois anos de repetição deste exercício de busca de fragmentos dentro das páginas da internet, para entender como elas funcionam. Você também pode pesquisar no www.google.com as páginas que tenham palavras-chave "tutorial html / ECMA-262". É questão de treino, paciência, e contas telefônicas. Aí você vai ter condições de produzir alguns trabalhos sozinho e outros em parceria comigo, cuja principal vantagem é saber de ante-mão que o que prometemos ao nosso cliente será cumprido. Agora, se você precisa de uma solução, e não quer ser programador, nem analista de sistemas, passe para a próxima página deste website, e se inspire em alguns trabalhos já realizados. Para saber de ante-mão se o preço de meus serviços valerá a pena, proponho o seguinte cálculo:
Mesmo que sua idéia de software não esteja listada entre os meus principais trabalhos realizados, por favor não ignore meus 20 e poucos anos na área. Finalizo meus projetos em menos de 6 meses. Hoje o tempo médio de fechamento de uma aplicação que envolva database, cálculos, e imagens é de 1 mês. Mesmo competindo com especialistas do segmento, o meu método de "rápida vantagem" permite você acompanhar o desenvolvimento de um software, entender sua evolução (e até antecipar novas funções), e atestar que o preço que pratico, além de honesto e justo, torna-se vantajoso em qualquer momento do processo. Você só vai se convencer da viabilidade do software aberto, no dia que desejar alterá-lo, você mesmo. E descobrir que tem inteligência para isto !
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